Linhas de vida, linhas de morte

Linhas de vida, linhas de morte
Curso no Atelier Paulista com Peter Pál Pelbart

Há pouco foi publicado na França um livro com a transcrição de duas aulas dadas por Gilles Deleuze em 1980 intitulado Sobre as linhas de vida. Nelas, Deleuze retoma o percurso que o conduziu de O anti-Édipo a Mil Platôs através das noções de processo, delírio, fluxo. E mostra como nossas vidas se distribuem entre linhas duras que nos segmentam, linhas flexíveis que produzem em nós pequenas fissuras e linhas de fuga – ora criadoras, ora mortíferas.

Como impedir que as linhas de fuga desemboquem na paixão de abolição? Como favorecer os processos vitais? E de que modo fazê-lo? Mergulhando na intimidade profunda de um “Eu”, de um “Nós”, ou atingindo um plano tanto mais impessoal quanto ele é ao mesmo tempo singular? É toda uma ética da vida. As implicações micro e macropolíticas dessa trajetória devem aparecer desde o princípio. Afinal, os fenômenos que atravessam nossa contemporaneidade crescentemente fascista, desde o plano subjetivo até o geopolítico, pedem a cada dia novos instrumentos conceituais para serem cartografados.

INFORMAÇÕES

Cronograma: às segundas-feiras – 23 (aula aberta) 30 de março; 06, 13 e 27 de abril; 04, 11, 18 e 25 de maio; 01, 08 e 15 de junho.
Horário: das 17h30 às 19h00.
Duração: 12 encontros.
Local: Atelier Paulista, de forma remota, com transmissão ao vivo, por meio da ferramenta Zoom.
Número de vagas: 130 (modo remoto);

Para mais informações e inscrições: atelierpaulista@gmail.com | 11 97785-3897 (WhatsApp)